acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/imcbr823/public_html/site_imc_teste/blog_teste/wp-includes/functions.php on line 6131Quem escoa mercadorias pelo territ\u00f3rio brasileiro sabe que o pre\u00e7o do seguro log\u00edstico \u00e9 muito alto.\u00a0Muitas vezes, o valor\u00a0chega a ser considerado abusivo por alguns, impactando negativamente\u00a0a lucratividade e os resultados das companhias que precisam destes servi\u00e7os.\u00a0<\/p>\n
Apesar de n\u00e3o existirem pesquisas que mostram o n\u00edvel de insatisfa\u00e7\u00e3o com o pre\u00e7o dos seguros\u00a0de cargas<\/a> no Brasil, estima-se que muitos gestores\u00a0se sentem bastante frustrados com isso.<\/p>\n No artigo de hoje, buscamos entender os motivos pelos quais seguros log\u00edsticos podem ter valores t\u00e3o elevados e explicamos\u00a0como uma adequada gest\u00e3o de riscos pode contribuir para a redu\u00e7\u00e3o de custos com seguros de cargas.<\/p>\n Fazer opera\u00e7\u00f5es log\u00edsticas sem o respaldo de um seguro n\u00e3o \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o em nosso\u00a0pa\u00eds, por\u00e9m o\u00a0cen\u00e1rio desfavor\u00e1vel de transportes do Brasil impacta diretamente nos valores das ap\u00f3lices dos seguros de cargas e, consequentemente, nos custos das organiza\u00e7\u00f5es. Confira abaixo as principais raz\u00f5es para isso:<\/p>\n Entre 2011 e 2016, ocorreram 97.786 roubos de cargas no Brasil. Isso gerou um preju\u00edzo de mais de R$ 6,1 bilh\u00f5es, segundo um estudo divulgado pelo Sistema Firjan. Estima-se que um roubo de caminh\u00e3o acontece a cada 23 minutos no territ\u00f3rio nacional. E, em apenas 44 dias, o Brasil alcan\u00e7ou o n\u00famero total de roubos registrados nos EUA e na Europa juntos em um ano inteiro.\u00a0<\/p>\n N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que, numa lista de 57 pa\u00edses, o Brasil \u00e9 considerado o 8\u00ba mais perigoso para o transporte de cargas.\u00a0Com mais roubos e sinistros,\u00a0os custos das seguradoras aumentam, fazendo com que elevem o pre\u00e7o das ap\u00f3lices ano ap\u00f3s ano.\u00a0<\/p>\n Uma significativa parcela das estradas brasileiras se encontra em condi\u00e7\u00f5es cr\u00edticas: h\u00e1 problemas com pavimenta\u00e7\u00e3o, sinaliza\u00e7\u00e3o deficiente e fiscaliza\u00e7\u00e3o reduzida – o que aumenta o n\u00famero de ve\u00edculos sem condi\u00e7\u00f5es de circular. Segundo reportagem divulgada pela Rede Globo,\u00a0somente no Centro-Oeste, 60% das estradas usadas para escoamento t\u00eam problemas no asfalto.<\/span><\/span><\/p>\n Fatores como estes contribuem para o aumento de\u00a0acidentes, quebra de caminh\u00f5es e avarias em mercadorias.\u00a0Com um aumento significativo nos sinistros, as\u00a0seguradoras aumentam o pre\u00e7o das ap\u00f3lices para minimizar preju\u00edzos provocados por acidentes.<\/p>\n Como j\u00e1 falamos aqui no blog<\/a>, um dos grandes problemas dos seguros corporativos \u00e9 a quest\u00e3o da precifica\u00e7\u00e3o: sem normas claras de defini\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de uma ap\u00f3lice, um dos m\u00e9todos mais usados pelas seguradoras \u00e9 fazer uma an\u00e1lise de riscos aos quais o segurado est\u00e1 exposto. No entanto,\u00a0essa an\u00e1lise\u00a0pode n\u00e3o estar completamente de acordo com a realidade do segurado, pois pode n\u00e3o levar em conta dados individuais ou caracter\u00edsticas espec\u00edficas da empresa, considerando apenas uma an\u00e1lise de\u00a0porte, segmento, \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o e diversos outros fatores mais gen\u00e9ricos ligados aos riscos.<\/p>\n Al\u00e9m disso, como existem poucas operadoras\u00a0especializadas em seguros log\u00edsticos no pa\u00eds, as companhias que precisam escoar suas mercadorias pelo territ\u00f3rio brasileiro acabam aceitando o pre\u00e7o que as seguradoras lhes imp\u00f5em.\u00a0<\/p>\n No fim das contas, o que ocorre \u00e9 que,\u00a0al\u00e9m de incluir nas ap\u00f3lices a quest\u00e3o dos poss\u00edveis roubos e acidentes resultados das m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es das estradas brasileiras, as seguradoras tamb\u00e9m incluem muitas vezes custos extras – gerados, por exemplo, pela inclus\u00e3o de medidas de seguran\u00e7a adicionais que podem n\u00e3o ser efetivas para o segurado.\u00a0<\/p>\n Infelizmente,\u00a0muitas companhias n\u00e3o contam com uma gest\u00e3o de riscos apurada, nem t\u00eam como contrapor as exig\u00eancias e os pre\u00e7os impostos pelas seguradoras, por isso\u00a0acabam contratando as ap\u00f3lices oferecidas sem uma an\u00e1lise mais profunda das suas caracter\u00edsticas espec\u00edficas e das necessidades da empresa.\u00a0Isso acaba encarecendo ainda mais o pre\u00e7o do seguro de cargas e afetando\u00a0negativamente na lucratividade das organiza\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/p>\n Uma das formas mais eficientes de se minimizar esses problemas \u00e9 atrav\u00e9s de uma estrat\u00e9gia de gest\u00e3o de riscos customizada, onde implementam-se medidas preventivas que sejam ‘cost effective’, ou seja, que fa\u00e7am sentido do ponto de vista financeiro, com o objetivo de minimizar os riscos que mais impactam e as\u00a0perdas que podem ocorrer durante o transporte de cargas.\u00a0<\/p>\n Al\u00e9m disso,\u00a0profissionais especializados em gest\u00e3o de riscos tamb\u00e9m ajustam as coberturas de acordo com o porte, o perfil, o mercado de atua\u00e7\u00e3o e as necessidades individuais da companhia e apontam inconformidades que encarecem o pre\u00e7o das ap\u00f3lices.\u00a0Assim, a empresa pode confrontar as exig\u00eancias impostas pelas seguradoras, negociar um pre\u00e7o adequado \u00e0 sua realidade e evitar pagar mais por algo que n\u00e3o utilizar\u00e1.\u00a0<\/p>\n Um exemplo de companhia que conseguiu reduzir seus custos com seguro de cargas \u00e9 a\u00a0Reckitt Benckiser<\/a>,\u00a0multinacional\u00a0que atua nos setores de higiene, sa\u00fade e produtos para a casa.\u00a0Com um projeto personalizado de\u00a0gest\u00e3o de riscos, que incluiu a realiza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es como an\u00e1lise de sinistros, avalia\u00e7\u00e3o da ado\u00e7\u00e3o das melhores pr\u00e1ticas e monitoramento cont\u00ednuo dos players envolvidos nas opera\u00e7\u00f5es, a IMC Brasil conseguiu reduzir em 26% os custos com seguros log\u00edsticos\u00a0da Reckitt Benckiser.\u00a0Al\u00e9m disso, entre 2014 e 2015, houve uma redu\u00e7\u00e3o de 54% nos preju\u00edzos com sinistros.\u00a0<\/p>\nMas afinal, por que o seguro de cargas \u00e9 t\u00e3o caro?<\/strong><\/span><\/h2>\n
O roubo de cargas est\u00e1 crescendo constantemente<\/strong><\/h3>\n
As condi\u00e7\u00f5es das estradas est\u00e3o cr\u00edticas<\/strong><\/h3>\n
A liberdade que as seguradoras t\u00eam para formar pre\u00e7os \u00e9 alta<\/strong><\/h3>\n
Como a gest\u00e3o de riscos pode reduzir o pre\u00e7o do seguro de cargas?<\/strong><\/span><\/h2>\n