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A política de benefícios aos funcionários como instrumento de competição - IMC Brasil

A política de benefícios aos funcionários como instrumento de competição

24/05/2016
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O destaque de qualquer empresa em seu segmento depende da atuação de seus funcionários e colaboradores. O preparo, habilidades e até a vocação são fatores muito importantes e levantados no recrutamento. Porém, para atrair os melhores profissionais, mantê-los com uma alta performance no desenvolvimento de suas atividades e reter esses talentos, a empresa deve dispor de políticas que valorizem e promovam o bem-estar de suas equipes. Ao oferecer benefícios aos funcionários adequados, a empresa cria mecanismos para motivar e cativar funcionários que, de outra forma, poderiam não se sentir atraídos pelo trabalho.

A carteira de benefícios ofertados, juntamente com a imagem e o poder competitivo de uma companhia, fará com que ela se diferencie perante os melhores profissionais do mercado e os atraia, além de garantir a redução da rotatividade – demissões e contratações frequentes –, que gera custos elevados para a organização. As opções e preferências dos colaboradores neste aspecto tendem a variar conforme o nicho da empresa e ao tipo de cultura organizacional à qual estão acostumados. Por isso, a escolha de um pacote que satisfaça as equipes passa pela avaliação do perfil dos funcionários e do mercado da empresa, e requer que o gestor entenda muito bem expectativas e anseios. Além de mostrar qual o caminho a seguir para se obter uma posição de destaque, uma análise estruturada deste tema possibilita que não se incorra em custos excessivos e que o resultado final seja sustentável, com a melhoria do desempenho da corporação como um todo.

Há diversas técnicas de gestão que propiciam a obtenção e manutenção de benefícios atraentes para profissionais e que reduzem o risco de impacto dos custos desses programas, mantendo-os em níveis adequados e tornando sua manutenção possível no longo prazo. A elaboração destes planos de gestão de riscos observa as melhores práticas realizadas no mercado e, principalmente, os casos de sucesso de quem se destaca nesse sentido, o que é fundamental para a adoção de políticas que diferenciem a companhia em seus nichos, principalmente perante os profissionais que nele atuam.

Gestão de pessoas e motivação

Para se estabelecer uma boa solução neste quesito, primeiramente o responsável pela gestão de benefícios na organização deve definir planos e serviços que atendam o maior número possível de colaboradores, como assistência médica, odontológica, seguro de vida, etc. No entanto, é preciso ir além. Um exemplo de tendências atuais da gestão de benefícios observadas entre as grandes corporações é oferecer diversas opções para que o colaborador escolha um pacote com aquelas que mais lhe interessam, com a adoção de um modelo de carteira variável. Esta é uma medida que garante maior satisfação e adaptação às necessidades de cada um, porém gera uma complexidade que deve ser tratada com cuidado, tanto na questão do atendimento às demandas do time quanto na adequação às possibilidades da empresa.

Após definir quais benefícios mais se adequam ao perfil dos seus funcionários, é hora de estabelecer contatos com possíveis parceiros e avaliar as opções. Para isto é necessário realizar uma pesquisa a fim de encontrar opções de qualidade a um preço adequado. Podem ser elaborados cenários que consideram modelos de atendimento ou mesmo regime de coparticipação, em que os custos são divididos de forma pré-definida entre empresa e colaboradores. Desta forma, é possível evitar que os gastos com pessoal entrem em uma curva que comprometa o orçamento e que venham a prejudicar a competitividade do negócio. Ao mesmo tempo, para que a política de benefícios seja eficaz, o gestor precisa torná-la clara e divulgá-la de forma efetiva para os colaboradores. A conscientização evita mal-entendidos com relação a coberturas, custos, cotas de participação e até facilita verificar se a escolha dos benefícios está realmente engajando os colaboradores.

Ao oferecer benefícios de qualidade e de forma estruturada com a estratégia de crescimento, a empresa cria mecanismos para motivar funcionários que, de outra forma, não se sentiriam atraídos e incentivados a contribuir ativamente com as metas empresariais. É importante que a escolha dos benefícios leve em conta os valores e a cultura da organização e não se limite ao discurso. Afinal, em tempos difíceis conquistar e reter talentos é sinônimo de maior competitividade na crise.