Os principais erros que as empresas cometem na gestão de saúde

Uma gestão eficiente da saúde pode trazer diversos retornos positivos a uma empresa. Colaboradores saudáveis produzem mais e melhor, mostram mais disposição e motivação para executar suas atividades, etc. Fora isso, pesquisas apontam que a saúde é a segunda maior fonte de despesa do setor de RH, perdendo apenas para a folha de pagamento.
A prevenção de problemas relacionados à gestão de benefícios relacionados à saúde, pode até estar na pauta da maioria das empresas atualmente, mas muitas das ações promovidas neste sentido, têm se mostrado inócuas.
Confira na sequência os erros mais comuns que as empresas cometem quando o assunto é gestão da saúde.
Falta de gerenciamento
Muitas empresas cometem o erro de colocar toda a sua gestão da saúde como algo de baixa prioridade e secundário, sendo gerido pelos próprios fornecedores. Nesses casos, não raro as empresas contratantes acabam não acompanhando indicadores, não monitorando os resultados ou avaliando a eficácia das ações promovidas. A consequência disso costuma ser um dispêndio indevido de energia e de capital.
O acompanhamento da evolução dos contratos de saúde é fundamental para que a equipe de RH faça um controle dos custos e do nível de qualidade dos serviços que a companhia contratou.
Além disso muitas vezes a equipe de RH não possui profissionais especializados nessa área ou os mesmos estão sobrecarregados com as atividades operacionais do setor. Para esses casos, é possível fazer a contratação de empresas especializadas justamente no serviço acompanhamento da gestão da saúde. Essas empresas serão responsáveis pelo levantamento de indicadores, análise de resultados, apresentação de alternativas e manutenção de planos preventivos.
Ausência de metodologia
É praticamente impossível fazer o gerenciamento eficaz de qualquer atividade sem um método voltado a mensuração de resultados. As ações de gestão de benefícios e de saúde muitas vezes são promovidas de maneira reativa e este é um erro grave, uma vez que elas precisam estar conectadas a um objetivo claro.
Suponha que ano após ano, o preço do plano de saúde de uma empresa têm aumentado por conta de reajustes automáticos ou porque os funcionários estão em uma categoria de risco alta por estarem em uma faixa de risco relacionada a um estilo de vida sedentário, e por isso propensos a um maior número de doenças. A empresa, buscando conter esses reajustes, decide disponibilizar uma academia e criar campanhas de incentivo para o uso da mesma.
Embora a academia possa trazer, por si, benefícios aos funcionários, a empresa precisa ter um objetivo mensurável que a faça decidir por esta ação. No fim de um determinado período, é importante que os dados confirmem que a existência da academia tirou um número relevante de funcionários da vida sedentária, e consequentemente pode ser um fator usado para reduzir o valor destinado a cobrir uma apólice de plano de saúde.
Maior atenção aos grupos de alto risco
Muitas empresas cometem o erro de voltar sua atenção apenas a colaboradores já pertencentes a determinados grupos de risco que trazem um maior impacto em relação à custos de saúde. Por outro lado, muitos trabalhadores adentram o grupo de alto risco todos os anos, justamente por não terem tido um acompanhamento preventivo que pudesse impedir esta mudança de condição.
Ter um comportamento reativo é um erro bastante recorrente quando se trata da gestão da saúde. As empresas, de um modo geral, só percebem a importância de agir em uma determinada direção quando o problema já ocorreu.
Os programas desenvolvidos precisam ser voltados a todos os colaboradores, evitando tanto o agravamento de situações já existentes, como também o surgimento de novos casos. Este comportamento proativo na condução da gestão da saúde trará muitos benefícios, tanto para a saúde dos colaboradores, como para a produtividade empresa.
Lembre-se por fim que a gestão da saúde, assim como a gestão de qualquer outro aspecto dentro de um empresa, exige o uso de uma metodologia adequada, acompanhamento criterioso e melhorias constantes. Através de uma gestão eficiente, é possível reduzir os altos custos que problemas relacionados a gestão de benefícios ligados à saúde e suas coberturas representam no setor de Recursos Humanos, bem como conquistar maiores índices de bem-estar, motivação e produtividade dos seus colaboradores.
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