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Operações logísticas com cargas perigosas e controladas - IMC Brasil

Operações logísticas com cargas perigosas e controladas

26/06/2018
risco logístico

 

Lidar com a possibilidade de sinistros em situações onde a carga é perigosa é uma grande preocupação dos executivos de logística de qualquer empresa. Este é um fator que pode agravar ainda mais outros riscos típicos do transporte de cargas e que podem se apresentar de diversas maneiras, cada uma com suas particularidades: desde assaltos e roubos, que são relativamente comuns e representam perigo à carga, à vida do motorista e de outras pessoas, até acidentes que podem impactar negativamente o meio ambiente, colocando contratos em risco e gerando multas para a empresa responsável pela operação logística, entre outras situações.

Nesse cenário, uma gestão apurada torna-se fundamental para lidar com cargas perigosas e controladas, buscando, através de soluções como a análise de riscos, planos de contingência e apólices de seguro, meios para facilitar a gestão de logística e torná-la mais confiável.

O que são cargas perigosas e controladas?

A gestão de riscos é importante para qualquer tipo de carga, mas para as controladas e perigosas ela é um pré-requisito fundamental para que a empresa trabalhe com uma menor preocupação com o impacto financeiro que os sinistros representam. Mas o que é uma carga controlada e uma carga perigosa?

Cargas perigosas, segundo a legislação vigente, são aquelas que apresentam riscos ao meio ambiente e à saúde ou segurança do motorista e da população em geral em caso de vazamento por serem corrosivas, tóxicas, inflamáveis ou propensas a explosão. Exemplos são a gasolina, o nitrogênio comprimido, dinamite, cargas de demolição, etc.

As cargas controladas são aquelas que possuem fiscalização na saída e no destino por agências governamentais, como o IBAMA, a Polícia Federal, o Exército, etc. São consideradas cargas controladas os medicamentos, armas e vacinas, entre outras.

Quais são os riscos em operações logísticas?

Os roubos de carga e assaltos são, infelizmente, muito comuns na realidade do transporte de ativos, sendo responsáveis por uma grande parcela dos prejuízos enfrentados no transporte. Mas, além deles, existem outros casos que o gestor das operações de transporte deve ficar atento.

Incêndios são um grande problema ao transportar cargas perigosas, ocorrendo de forma difícil de prever e de se preparar sem a ajuda da gestão de riscos. Imagine que sua empresa esteja transportando algum líquido inflamável: existem alguns cuidados a se tomar com a carga, como não fumar próximo a ela, por exemplo. Mas o que deve ser feito quando o motorista encontra um incêndio durante o percurso? É improvável que o caminhão entre em contato direto com as chamas pelo próprio discernimento do motorista, mas o custo do atraso é alto. É necessário tentar caminhos alternativos, o que nem sempre é recomendável, ou esperar até o fogo passar, o que, em períodos secos, pode demorar muito, gerando grandes atrasos na entrega.

Além disso, os acidentes são altamente prejudiciais para operações logísticas. Normalmente, quando um caminhão tomba, quase toda a mercadoria é perdida por conta dos danos e do saque. No caso de cargas perigosas, porém, em geral é necessária uma ação emergencial. Os custos então, que poderiam ser mitigados pela gestão de riscos, podem ser muito elevados.

A gestão de riscos procura aplicar as melhores soluções para esses problemas, usando o pensamento analítico e a tomada das decisões certas para aliviar o impacto financeiro desses problemas.

Por que a gestão de riscos?

Através de um extenso trabalho consultivo, a gestão de riscos procura identificar como as operações logísticas podem ser otimizadas buscando a redução do potencial de perdas e sinistros. O setor logístico, vale a pena ressaltar, já movimenta cerca de 10% do PIB brasileiro, o que imbui aos responsáveis pelo seu sucesso um pensamento analítico abrangente aliado a ações práticas para que o potencial de perdas seja minimizado e as economias maximizadas.

Aplicando os conhecimentos de anos de mercado, um bom projeto de gestão de riscos traz recomendações de práticas de segurança nas estradas e de mudanças no nível operacional das operações logísticas, que buscam no planejamento a criação de planos de resposta eficazes e estratégias para mitigação de riscos

Um trabalho de consultoria especializado deve trazer várias opções de soluções, buscando a padronização de processos que vão desde a contratação de transportadoras até o momento em que a carga chega na entrega. Entre as soluções que podem ser implementadas em um projeto de gestão de riscos logísticos estão revisões de processos e coberturas de apólices, além o uso de mecanismos e práticas de segurança conforme as características individualizadas de cada empresa. Neste caso, podem ser sugeridas ações como o uso de veículos anti-arrombamento, revisão do mapa de instalação de câmeras, um rotograma contundente e o uso inteligente de escoltas, tudo isto considerando o caso específico e a realidade de cada empresa e as necessidades relacionadas aos ativos a serem transportados.

Além disso, especialistas em gestão de riscos procuram identificar necessidades de ajustes nos tipos de seguros de cargas contratados pela empresa, para ter certeza de que os gastos associados estão de acordo com os melhores benchmarks de mercado, e vários outros aspectos que influenciam na condução de uma gestão que, além de eficiente, também é feita de forma inteligente e alinhada com o investimento necessário para a sua realização.

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