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O fator humano na gestão das operações logísticas - IMC Brasil

O fator humano na gestão das operações logísticas

20/02/2018
Gestão de riscos logísticos

É normal quando falamos em operações logísticas pensarmos em uma tarefa mais operacional – voltada especialmente a processos que envolvem cargas, definição de rotas, seguros, controle de estoques, etc. Porém, ter controle sobre as suas operações logísticas de sua empresa não diz respeito somente a processos “frios”, de cunho puramente tático: é necessário lidar com o fator humano, e entender que o bem estar e o preparo dos próprios motoristas, carregadores e operadores dos estoques está diretamente ligado ao sucesso dessas operações. Além disso, qualquer processo que envolva pessoas está suscetível a riscos e, em logística, isso não é diferente. Por isso, estar ciente destes riscos e implementar medidas que busquem reduzi-los é fundamental para otimizar suas operações logísticas.

Neste artigo, procuramos investigar qual é o impacto do fator humano nestes processos, trazendo valiosas dicas para melhorar suas relações com os profissionais envolvidos e aperfeiçoar o seu trabalho. Também vamos elucidar quem são os colaboradores que lidam diretamente com as operações logísticas e qual é o impacto do seu melhor preparo.

O fator humano é fundamental nas operações logísticas

A gestão de riscos inteligente procura, acima de tudo, reduzir gastos extras com sinistros que poderiam ser evitados com um acompanhamento mais próximo das operações logísticas, mas o que muitos ignoram é que para que haja uma gestão eficaz, os colaboradores são tão – ou mais – importantes quanto os processos e a estrutura organizacional. Imagine quantos acidentes ainda são provocados por fatores humanos: direção imprudente, falta de conhecimento sobre o veículo ou a carga, longas jornadas de trabalho. Esses são apenas alguns exemplos de situações que podem causar sinistros, que, consequentemente, representam um alto custo para a empresa.

Com uma estratégia de gestão de riscos que leve em conta tudo isso, é possível garantir a execução de forma correta para obter um maior aproveitamento. Se você elabora as medidas e as aplica sem assegurar o conhecimento ou preparo dos colaboradores pode haver uma quebra na qualidade do trabalho e consequentemente uma redução no ROI estimado, e as possibilidades de prejuízos inesperados se tornam maiores.

Estratégias bem feitas e colaboradores engajados: a fórmula para o sucesso

Pense por um momento que você decidiu criar um setor para a definição de rotas mais seguras e rápidas para os seus motoristas: sem o preparo do próprio motorista e o entendimento de seu papel, que ele está sendo acompanhado durante o seu trajeto ou como agir em caso de imprevistos, é difícil garantir que ele irá se comprometer com o plano.

Isso se torna um problema quando você possui uma frota extensa e deve lidar com vários motoristas na estrada ao mesmo tempo. Subitamente, você se pega tendo mais trabalho em manter suas estratégias funcionando do que antes. Como reverter essa situação?

É simples: os colaboradores envolvidos precisam de engajamento, além de motivação. Engajamento é entender o que é melhor para a empresa e buscar a aplicação dos seus ideais a todo o momento, enquanto a motivação é o primeiro impulso para a busca da melhora. Sua empresa deve tentar tanto motivar quanto engajar os colaboradores, mas, no caso de operações logísticas, o segundo é ainda mais importante, uma vez que todos os envolvidos no processo devem estar cientes de suas responsabilidades e do que é necessário fazer para que tudo corra da melhor forma possível, evitando custos desnecessários, acidentes ou outros problemas que prejudiquem a operação da empresa.

Onde aparece o fator humano nas operações logísticas?

As operações logísticas possuem uma grande quantidade de trabalho envolvido, desde relacionamento com o cliente até a entrega em si. Porém, existem alguns colaboradores no processo que podemos considerar como parte essencial da cadeia de operações logísticas:

  • Os motoristas: são eles que fazem o trabalho da entrega, portanto prestar atenção às necessidades que têm no escopo de seu trabalho – tanto pessoais que afetam sua produtividade, quanto profissionais e relacionadas à reciclagem das suas habilidades – é fundamental para as operações logísticas feitas com qualidade.

  • Os carregadores: são esses profissionais que, muitas vezes, afetam se a entrega será recebida como esperado ou se haverá custo adicional de perdas, atrasos ou com a devolução de itens. Por que? Os carregadores estão envolvidos com o manuseio das mercadorias, e se eles não estão bem treinados e alinhados com as políticas da empresa, podem influenciar de forma negativa em três estágios: a carga, o transporte e a descarga.

  • A equipe de relacionamento: todos os que lidam com clientes precisam de atenção especial, já que esses profissionais também estão envolvidos diretamente com as operações logísticas, informando sobre o status do processo, validando prazos e expectativas, fechando vendas pautadas na agilidade da entrega, alertando o cliente para eventuais atrasos com antecedência, etc.

  • As lideranças: normalmente, as lideranças operacionais são as responsáveis pela implementação das estratégias da empresa em um nível mais próximo da execução, sendo abordados por motoristas, estoquistas, etc., para orientações. Esses profissionais precisam estar sempre esclarecidos, motivados, e com acompanhamento constante.  

Como lidar com o fator humano?

Entender o fator humano nas operações logísticas é simples, mas requer um mindset dinâmico e voltado para a empatia e o preparo. Para trabalhar os profissionais envolvidos nos processos de transporte do seu negócio, você deve se perguntar se as condições para a execução do planejamento estratégico da empresa e da sua gestão de riscos são propícias. O que isso quer dizer? Não há mistérios: se um colaborador não entende os ganhos que uma ação diferente da esperada pode trazer, ou se não há clareza para que ele tome a decisão correta, é possível que ele não se engaje no processo da empresa como deveria.

O primeiro passo é inserir seus colaboradores nas operações logísticas e não apenas usá-los como ferramentas de implementação. Os motoristas têm algo a dizer, os carregadores também, assim como todos os que estão envolvidos diretamente no serviço. Escutá-los é fundamental para garantir boas decisões e o melhor aproveitamento das estratégias.

Além disso, quando a complexidade do trabalho de gestão de riscos aumenta, a sua empresa deve fornecer a infraestrutura e as ferramentas necessárias ao bom andamento do trabalho, assim como cursos de reciclagem, treinamentos abrangentes que contemplem os novos processos e equipamentos, cursos de segurança no trabalho, etc. Outro fator importante é manter os colaboradores informados sobre qualquer nova tecnologia usada para segurança das operações logísticas: por exemplo, se sua empresa instalar câmeras de monitoramento nos veículos da frota ou sistemas de rastreamento, é indicado não apenas que o motorista, ou qualquer outro profissional envolvido, seja comunicado, mas também que ele seja treinado para usar corretamente aquela tecnologia e entenda a importância dela para a operação.

Trabalhar o fator humano nas operações logísticas é uma necessidade e um comportamento ideal para extrair o máximo possível das suas estratégias em gestão de riscos. Para ajudar sua empresa nessa missão, contar com o apoio de uma consultoria externa, que traga conhecimento ao processo, usando modelos e benchmarks que se encaixem na realidade do seu negócio, pode ser uma alternativa interessante e que trará grandes ganhos para sua organização: redução de riscos e custos logísticos.

Quer saber mais sobre o assunto? Conheça os serviços da IMC Logistics e saiba como podemos ajudar sua empresa a otimizar suas operações logísticas.