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Gestão de seguros corporativos: Qual a melhor abordagem? - IMC Brasil

Gestão de seguros corporativos: Qual a melhor abordagem?

19/01/2017
gestão de seguros corporativos
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A gestão de riscos é um tema que tem ganhado cada vez mais espaço no mundo corporativo. Em um cenário econômico cada vez mais competitivo, identificar e avaliar as incertezas, tanto quantitativamente como qualitativamente, significa antecipar perdas e identificar oportunidades que podem se tornar grandes diferenciais competitivos.

O risco é inerente a qualquer atividade desempenhada dentro das organizações e uma gestão de riscos eficiente é a ferramenta capaz de fornecer aos administradores informações valiosas e prover recursos muito importantes para a tomada de decisão.

É nesta linha que a gestão de seguros corporativos se mostra uma parte muito importante, já que dentro de uma gestão de riscos o seu principal objetivo á a proteção do patrimônio da empresa, físico, intelectual e até mesmo humano. O panorama é amplo dentro desta especialidade, envolvendo um processo de avaliação de riscos, análise e planejamento, que precisa cobrir vários aspectos, alguns deles detalhados a seguir.

 Riscos Legais e Conformidade Normativa

Muitas empresas possuem uma grande responsabilidade normativa e legal em seus atos e o descumprimento de regulamentações podem resultar em multas onerosas e até suspensão temporária de atividades, que por sua vez, podem colocar em cheque a saúde financeira e operacional da empresa.

Daí a importância para que seja feita uma leitura e interpretação adequada das leis que regem as atividades da empresa, e que essa interpretação tenha a função de nortear os processos internos de forma a garantir a conformidade dos seus atos e mitigar os riscos operacionais. Agir de forma preventiva é sempre a melhor maneira de lidar com este tipo de risco.

Riscos de Responsabilidade Ambiental

A maioria das empresas estão sujeitas a algum tipo de risco ambiental, seja esse risco proveniente de um desastre natural ou de algum acidente provocado pela empresa e que afete o meio ambiente. Por exemplo, um incidente que gere uma poluição ambiental acidental pode ter sérias consequências civis, criminais e até mesmo gerar sanções administrativas pesadas.

Além dos riscos financeiros, os efeitos negativos podem se refletir sobre a reputação da marca, e consequentemente impactar a imagem e as vendas. Por essa razão é fundamental identificar formalmente os principais riscos que afetem o meio ambiente e agir de forma a evitar ou mitigar as suas consequências.

Riscos de Responsabilidade Civil

Em nosso país vale a premissa de que se alguém conduz uma atividade criadora de perigos especiais, este deve responder pelos danos que venha a ocasionar a outras pessoas. Este principio se estende a gestores responsáveis pela condução de organizações que têm atividades que se encaixam nesta classificação, e por isso em geral se considera que valem para a empresa e seus gestores os conceitos de gestão de riscos para modalidades em geral associadas a este tipo de responsabilidade.

Dentro desta frente, para efeito da legislação em vigor, se encaixam algumas classificações de riscos, como por exemplo:

Risco criado, que ocorre quando aquele que, em razão de sua atividade ou profissão, cria um perigo, estando assim obrigado a reparar o dano que causar, salvo comprovação em juízo de haver obedecido a todas as medidas idôneas para evitá-lo.  

Risco proveito, que responsabiliza aquele que busca tirar proveito de uma  atividade que pode ser considerada perigosa ou danosa, baseando-se no preceito de que ‘quem aufere o bônus, deve suportar o ônus’.

Risco profissional, onde o dever de indenizar ocorre sempre que o fato prejudicial decorre da atividade ou profissão do lesado, tanto de suas atividades de dia-a-dia quanto também no caso de um risco excepcional, considerado assim porquê escapa à atividade comum da vítima, ainda que ocorrido no trabalho que normalmente exerça.

Riscos de Segurança Física e Patrimonial

Independente do ramo de atuação e do seu porte, todas as empresas possuem bens físicos a serem protegidos. Edificações, equipamentos, móveis e o estoque compõe partes importantes desse patrimônio. Eventualidades como incêndios, alagamentos, roubo, problemas elétricos podem causar danos, muitas vezes irreparáveis, ao patrimônio e por essa razão é fundamental proteger os bens da empresa através da contratação de um seguro e a gestão contínua desta proteção, inclusive com a adoção  e manutenção adequada de medidas preventivas.

Riscos financeiros, cibernéticos, civis por práticas trabalhistas indevidas e até mesmo de aquisição e fusão estão entre os outros elementos importantes a serem analisados e mitigados.

A melhor abordagem na gestão de seguros corporativos

Diferente do que muitos podem supor, a gestão de seguros corporativos não tem como objetivo apenas remediar e ressarcir as possíveis consequências negativas da confirmação de uma incerteza.

A melhor abordagem é a proativa, ou seja, é preciso identificar os riscos, analisar cada situação e alterar o que for preciso para mitigar ou minimiza-los. O controle contínuo das atividades é a forma mais eficaz e menos custosa de realizar uma boa gestão de seguros corporativos.

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