Competitividade e gestão de riscos

Competitividade e gestão de riscos das operações da empresa
Qualquer atividade empresarial está exposta a inúmeros riscos. Embora possam diferir de um segmento para outro, todas as áreas de uma empresa estão sujeitas a incidentes como falhas humanas ou de maquinário ou a fatores que não podem ser controladas pelo gestor. Para quem atua com transportes, por exemplo, estradas esburacadas, acidentes e roubos são componentes intrínsecos à atividade e que devem ser gerenciados a fim de que não impactem custos, fornecimento e, acima de tudo, quebrem a confiança dos clientes. Para tal, faz-se necessário o mapeamento, identificação e mensuração das possibilidades de que tais eventos ocorram, o que permite que a operação seja orientada a atuar de forma mais segura e eficiente, no sentido de que riscos estejam controlados e sejam mitigados e não interfiram na busca contínua pela geração de valor.
É preciso garantir a preferência pelo seu produto ou serviço, o que requer uma busca ininterrupta pela qualidade, de forma que satisfação e confiança entre cliente e fornecedor nunca sejam ameaçadas. Se essa é uma exigência para atuar em um mercado cada vez mais concorrido, torna-se uma questão de vida ou morte em um ambiente de crise, em que qualquer gestor se vê obrigado a cortar custos e elevar ao máximo sua eficiência. Não há, portanto, espaço para que incidentes inesperados comprometam o atendimento ou que seus custos sejam repassados a clientes. A proteção contra esses eventos requer a adoção de plano de gestão de riscos, processo que avalia, em todas as áreas de uma empresa, os riscos a elas inerentes, o grau de probabilidade de que eventos indesejáveis venham a ocorrer, as consequências operacionais e financeiras que podem gerar, formas de evitá-los ou contorná-los e maneiras para minimizar possíveis custos que possam gerar.
Gestão inteligente de riscos
Um plano de gestão de riscos corporativos deve ser traçado, necessariamente, por um profissional independente, que tenha olhar isento, especializado e que, ao mesmo tempo não superestime a possibilidade de ocorrências indesejadas que possam comprometer a busca pela máxima eficiência.
Sob quaisquer condições econômicas, a conquista da produtividade, com a utilização máxima dos recursos disponíveis em cada setor de uma corporação, é condição para ser competitivo e obter crescimento empresarial. Ter competitividade na crise, momento em que ela é ainda mais necessária, demanda esforços adicionais, particularmente quanto à redução e controle de custos, ponto em que um plano de gestão de riscos é particularmente eficaz. Conhecer quais são as reais ameaças que podem afetar as áreas de um negócio e os custos que podem gerar permite que se mensure qual é a adequada extensão do seguro a ser contratado. Um plano de gestão de riscos customizado, que reconhece as particularidades de uma empresa, resulta, conforme experiência da IMC Brasil, em economias que vão de 20% a 30%, não somente nos custos de gerenciamento de riscos como também na contratação de uma apólice de seguros. Seguir um paradigma de mercado pode significar a contratação de proteções desnecessárias, superdimensionadas e, portanto, mais caras. A gestão de riscos garante tanto a continuidade da operação como custos menores, o que pode ser traduzido em uma só palavra: competitividade.
